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Críticas

Texto do crítico de arte  Oscar  D`Ambrosio

Carlos Miceli - O Poder do Imaginário

A arte, para o pintor Carlos Miceli, é um universo marcado pelo poder de criar e imaginar. É no instante de conceber as cores e formas que ela se realiza como ato único. O uso da tinta e a construção de autênticos estados de alma propiciam justamente o estabelecimento de um diálogo mágico com cada observador.

O objetivo é não permitir uma visão rápida no trabalho. Seja pelo impacto visual ou pela relação entre a impressão de quem olha e o título que Miceli coloca, há geralmente a necessidade de um mergulho mais atento. Nele, vem à tona os recursos do criador, como a força de seu gesto e a maneira como constrói o espatulado.

É no momento em que nos deparamos para observar o quadro em si mesmo, pelos seus elementos poéticos intrínsecos, como jogos de cores, texturas, composição e luz, que a arte de Miceli surge em maior plenitude. Esquecemos fatos e figurações sugeridas para penetrar na maneira como ele desenvolve seu ofício.

Tanto nos trabalhos em que é possível vislumbrar formas ligadas à natureza ou nas alusões a relacionamentos e afetos, como amizade, abraços ou família, ele desenvolve uma arte marcada pelo visceral. Vivencia cada momento e isso adquire a concretude da matéria pictórica.

Quanto mais as camadas, nuances e movimentos de Carlos Miceli se evidenciam, melhor é o resultado. Cada quadro se torna muito mais que a ilustração de um ser concreto ou de um sentimento, mas a realização plena do poder de abstrair e de se expressar como ação de revisitar plasticamente o mundo.

Oscar D’Ambrosio, jornalista e mestre em Artes Visuais pela Unesp, integra a Associação Internacional de Críticos de Artes (AICA-Seção Brasil).

Texto do crítico de arte Antonio Santoro Junior

Vídeo Arte “Respire”

Autoria: Carlos Miceli - 2009

O antagonismo entre a realidade e o desejável é mostrado no trabalho do artista Carlos Miceli, que traz para o espectador a dura percepção do que é a poluição. Num trabalho totalmente voltado para os novos meios e novas  tecnologias, lança mão do DVD, áudio e TV, para nos mostrar um problema que não é novo - “Como está o ar que respiramos”? E também um alerta, para a necessidade de mudanças.

 

Antonio Santoro Junior – Crítico de Arte – Membro da – AICA - Associação Internacional de Críticos de Arte

Trecho do crítico de arte e antropólogo Antonio Carlos Fortis

Revisitando Duchamp: decifrando a contemporaneidade.

Marcel Duchamp não é o nome de um artista importante na história da arte contemporânea. Ele é um emblema da cultura ocidental....

 ....     Nessa mostra, o visitante encontrará dois grupos de reflexões sobre Duchamp. Um desses grupos penetra na sua obra a partir de uma perspectiva investigativa, mas convergente. Já o outro grupo faz uma releitura crítica.

Constituem o grupo investigativo: Carlos Miceli, cujo trabalho de imersão na linguagem do Grande Vidro de Duchamp, o levou a selecionar os termos constituintes do argumento visual da obra e a isolá-los para os reorganizar num novo discurso, num novo texto. Texto aéreo e volumétrico (de forma feminina), em que os celibatários estão enredados, ao contrário do original em que são bidimensionais, fixos e, aparentemente, livres...

 

Trecho do crítico de arte e antropólogo Antonio Carlos Fortis

Prêmios

Menção Honrosa, com suas fotografias com intervenção digital no Salão Internacional de Fotografia – Dez/2015;

Moção de congratulações recebida pela Câmara dos Vereadores de Louveira, pela posse na ALLA - Academia Louveirense de Letras e Artes, como filiado fundador – Setembro/2015; Em Out/2019 recebeu Moção de congratulações pelo lançamento da V Coletânea da ALLA.

Medalha de Ouro e Troféu Santos Galeria, com a obra “Caos e oportunidade” – Santos Galeria de Arte – Maio/2008;

Grande Medalha de Ouro, com a obra “Degelo no vale” – Salão de Artes Arline Rosa L. De Boni – Instituto Histórico e Cultural de

Arceburgo/MG – Jun/2007;

Medalha de Bronze, com a obra “Esperança” - Santos Galeria de Arte - Maio/2007;

Medalha de Bronze, com as obras "Pensamentos", "Cores de Ibiúna" e "O sol da meia-noite" - Santos Galeria - Set/2006;

Grande Medalha de Prata com as obras "Lugar ao sol" e "Olhando para o futuro” – 21º Salão de Artes Plásticas de

Arceburgo/MG – Jun/2006;

Medalha de Bronze , com a obra "Portal dos Sonhos" - Santos Galeria de Arte - Maio/2006;

Menção Honrosa, com a obra "Lugares Misteriosos" – AASA - Paineiras do Morumby – Novembro/2005;

Menção Honrosa, com a obra "Cordilheira 2" - AASA-UNISA – Maio/2005;

© 2017 by Jonathan Dal Rovere. 

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